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As maiores mentiras que saem da nossa boca

Quantas vezes já não dissemos coisas que não são verdade? Algumas com mais piada que outras, é um facto, mas todos as identificamos. Eu assumo, às vezes, em nome da diplomacia e bom ambiente e a favor da minha agenda absolutamente desorganizada… recorro a algumas. 1 ou 2, vá. 3… e não se fala mais nisso.

1- “Já estou mesmo a chegar”.

2- “Adoro iscas”.

3- “Dou-me com todas as pessoas”.

4- “Já enviei esse e-mail, como não recebeu?”.

5- “Sim”.

6- “Vamos combinar um café, claro”.

7- “Depois ligo-lhe”.

8- “Adorei a sua apresentação”.

9- “Percebi tudo o que disse, falamos a mesma linguagem”.

10- “Gosto muito de ti”.

Been there, done that.

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Ele e os outros.

Por que era Mandela tão precioso, tão indispensável, tão incisivo e tão capaz? Provavelmente por que não o queria ser… por que era-o, apenas.

Tinha a palavra, o discernimento, a lucidez, a resiliência e a ponderação de quem esteve quase 30 anos num rectângulo de poucos metros quadrado. Inocente. Ele sabia que o poder não se conquista, já, com o recurso ao conflito, à guerra, à acção bélica. Sabia que as pessoas só precisam de pessoas. Ele sabia que o exemplo e a acção é que fazem toda a diferença.

Em todos os dias da nossa vida. Afinal, alguns heróis podem ser reais.

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A da moda?! A sério?!

HP(coisa mais querida da minha vida… ou então não!), há muito tempo que não conversamos por isso vamos lá falar aqui as duas… Agora és a bactéria da moda?! A sério, não me faças rir?! Andas a incomodar ainda mais pessoas? Quando é que isto acaba? Já não bastava seres chatinha como ainda por cima és uma ‘maria vai com todas’. Não sei que te faça, a sério.

Queria acreditar que eu seria daquelas que resistia à tua presença que aguentava e suportava, muito em silêncio, aquilo que tu bem decidias fazer… mas afinal, não: tenho recebido tantos mas tantos relatos de pessoas que estão contigo pelos cabelos. E conheço muitas que nem sequer conseguem o antibiótico porque está esgotado. Sinceramente…

Deixa as pessoas ou, pelo menos, não sejas chata. Deixa-as fazer a vida normal, não provoques mal estar, indigestão. Vá lá, peço-te. Se podes ficar aí sossegada por que não ficas? Que isto seja um assunto só entre nós duas e que ainda não está resolvido, eu bem sei. Não penses que eu ando distraída, tenho-te ‘debaixo de olho’.

Mas olha… já gostei menos de ti… aprendi e aceitei. As pessoas não se mudam, todos os dedos da nossa mão são diferentes, não é…? Quem disse que com as bactérias seria diferente?! Vá, deixa lá a tua marca na minha vida. Eu depois mostro-te o caminho da saída. Em direcção à rua. Tipo labirinto.

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Quem anda à chuva…

… vai molhar-se, ah pois!!!! Mas acho que estas fotografias merecem outra legenda:

“Chuva! Para arrefecer os ânimos!” ou “Atira-me água benta!”

“Presidente(s) à prova de água!”

“- Estamos aqui exactamente por que…?!”

Fotos: Agência Reuters e LUSA

 

Quem anda à chuva… Go, Croácia!!!