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China na Lua.

Os chineses chegaram ao lado mais oculto da Lua. A Chang’4 alunou às 3 horas e 26 da madrugada, hora de Lisboa. A sonda foi lançada no sábado do Centro Espacial de Xichang, no sul da China. O objectivo é testar o crescimento de plantas e captar sinais de radiofrequência, normalmente bloqueados pela atmosfera da Terra.

Já foram enviadas imagens e estão aqui.

Até agora, ninguém o tinha conseguido fazer nesta superfície não visível e até 2013 só os Estados Unidos e a União Soviética tinham conseguido aterrar sondas espaciais. Uma proeza impressionante, separada apenas por 6 anos e que prova a ambição crescente dos chineses, também, no espaço. Aposto as minhas fichas todinhas na China, como maior potência mundial… ainda têm dúvidas?!

 

 

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Feliz 2019!

Desejo-vos um ano cheio de alegria, cheio de amor, cheio de saúde e de coisas boas. Que saibam sempre onde está a paz, que a conheçam e que a reconheçam. Que saibam sempre onde está o certo, onde está o errado. Que pensem em vós mas que escolham fazer bem aos outros, que tenham compaixão e que a pratiquem em todos os dias  de 2019.

Eu… deixei cair uma passa. Outra vez.

Feliz Ano Novo!

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2018 termina em… 3, 2, 1!

3…
O amor é bom mas a a amizade é a melhor coisa do Mundo. Aprendi isto há muitos anos mas 2018 deu-me essa lição… como se fosse preciso. Talvez fosse, ainda não percebi. Neste ano que termina hoje os meus amigos foram a minha rede. A família está noutro patamar, sempre será a minha base. A rede é diferente… em 12 meses só não delirei de tristeza por eles. Estiveram lá, nunca me deixaram sozinha nos dias de cláusula, nos dias mais tristes e durante o mês de agosto, em particular, não houve um único dia que tivesse jantado sozinha. Um único dia. A presença é importante, a reciprocidade é essencial e eu sei que não consegui estar lá para eles. Por que não tive força, por que não tive cabeça, por que não tive capacidade. Por que houve dias em que eu só queria dormir e esquecer. Eles nunca me deixaram perder-me do meu propósito aqui. Deixaram-me chorar mas não permitiram que me demorasse na tristeza. Os meus amigos são um sol que rompe a linha do horizonte, são o que faz a diferença num dia já bonito… os amigos mostram por que o dia é especial. Tenho braços pequenos mas o meu coração é grande, se é, para os amar. E está cheio de gratidão. Nem podia ser de outra maneira.

2…
2018 foi pesado. Estive doente 12 meses. Sim, ainda estou. Em franca recuperação mas ainda estou. Não vou prendar-vos com lamúrias por que também não faço disso os meus dias. Mas não vou mentir: cansa, pesa, tortura. Parece que há sempre um problema que surge depois do outro, como que a por em prova a resistência, a resiliência e o sorriso. ‘Deus dá as maiores batalhas aos seus melhores soldados‘. Não esquecerei.
2018 obrigou-me a parar e perceber que o mais importante da vida sou eu, que preciso estar bem ou corro o risco de… me perder. Obrigou-me a aceitar. Obrigou-me a perceber que não controlo nada e isso é… assustador. Mas lá no meio do medo também me mostrou que há uma luz e eu encontrei um lugar seguro: chama-se fé. Tenho o coração a transbordar dela, tenho a alma cheia de alegria e os ombros reforçados para carregar o que aí vier. Tenho coragem. Antes eu via tudo próximo do 0, agora aprendi a levantar a cabeça, a olhar para cima… E já estou muito próximo do 100.

É um caminho.

1…
Disse, desde o primeiro dia, que 2018 seria um ano espectacular. E foi! Por todas as razões que enumerei neste countdown, por todas as coisas que senti, aprendi, que se infiltraram na minha pele e me demonstraram que o mais importante não é ser-se estupidamente eficiente, não é cumprir prazos rigorosos, não é mostrar à sociedade que se é multitasking, que se chega a todo o lugar numa tarde, que no meio disto se consegue ter um corpo de sonho, uma cara bonita e que é possível  fazer sempre mais.
O mais importante é ser -se estupidamente feliz. Eu sou feliz. Na minha pequenez, no nada que tenho, nas minhas limitações, no refúgio da minha casa, no momento em que sinto um coração bater como se estivesse fora do peito… esses momentos eu ganhei em 2018. Foi preciso esperar quase até ao fim do ano mas valeu muito a pena. Valeu tanto, tanto a pena…!
Para 2019 tenho apenas um desejo: o que tiver de acontecer de mal aos meus, que venha para mim. Eu já estou reforçada, já tenho força. Eu aguento!
Quero sorrir, leve, solta, sem medos, sem pesos, sem chatices. Quero viver.
Não sou perfeita. Respiro de alívio por isso! Mas posso melhorar ( há coisas que não mudam…). Estou a fazer a minha parte.

O mais importante da vida ter que ver com pessoas e amor. Nunca se esqueçam disto.
Venha de lá esse ano novo.
SIGA!
Feliz 2019!

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2018 termina em …5!

É a última contagem que se dá em televisão, os 5 segundos. A partir daí é prestar muita atenção por que qualquer coisa pode acontecer.

Assim são, também, os últimos dias do ano e fazemos a contagem decrescente. Parece que nada pode acontecer mas a verdade é que ainda faltam 5 dias; acontece o mesmo com os prolongamentos nos jogos de futebol… e por aí fora.

Dalai Lama encoraja-nos a, uma vez por ano, visitar um lugar novo, onde nunca tenhamos estado. 2018 deu-me muito disso: sítios novos, experiências fabulosas, pessoas que ficam para sempre na minha vida. Guimarães, Braga, Beirã, Marrocos.

Mas voltei a outros sítios tão queridos para mim: o Porto, Gaia (como não, Gaia…?), Marvão, Portalegre, Évora.

De todas, escolho esta fotografia, na cidade imperial de Fez, uma experiência sem igual e que toda a gente devia ter uma vez na vida. Uma selfie tão básica, tão sem graça mas tão oportuna, ao ponto de captar entusiasmo, serenidade, alegria, paz, gratidão.

Os nossos olhos são mensageiros fabulosos.

 

“Quem entra em Fez sozinho é um homem morto mas quem consegue sair pode considerar-se renascido”.

Nada mais certo. Renasci ali, também.

 

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O que é a coragem?

Sim, o que é isso da coragem?

  • Olhar nos olhos
  • Dizer que sim
  • Dizer que não
  • Ficar
  • Partir
  • Aceitar
  • Estender a mão
  • Dar a outra face
  • Bater com a porta
  • Não ter medo de perder
  • Virar a mesa
  • Falar
  • Calar
  • Ir
  • Não ir
  • Ser honesto
  • Devolver uma chamada
  • Ignorar uma mensagem
  • Correr atrás de um sonho
  • Desistir de um sonho
  • Parar
  • Respirar
  • Seguir.

Deve ser de mim… mas a coragem pode ser tanta coisa. E tanta, também, ao mesmo tempo.

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Questionar, questionar…

Detesto questionários. Raramente consigo chegar ao fim. Temos, definitivamente, um problema. Nem sequer aqueles questionários mais básicos que só têm 4 ou 5 perguntas. Começo a ver quadrados e escolhas múltiplas e os meus olhos querem revirar. É ridículo por que enquanto investigadora sei que são um dos métodos mais utilizados e fiáveis de avaliação e enquanto formadora eu sou avaliada com recurso a eles. Já devia ter este problema resolvido… mas não!

Acontece que eu, profunda conhecedora da minha mente inquieta, resolvi… responder a um questionário. Sei lá… achei que devia. E não desisti aquando do aviso ‘Preencher este questionário demora cerca de 20 minutos’. Eu não podia estar bem. Não podia. Mas… fiz. Há um dia em que tudo acontece. Por alguma razão. Por que era por uma boa causa. E fiz. O tema ajudou, era sobre esperança e felicidade. E lá estive eu. 20 minutos.

Longe da inquietação, várias questões deixaram-me a pensar. Sob a forma de afirmações, era pedida uma classificação entre 1 (discordo totalmente) e 5 (concordo em absoluto).

“No próximo ano quero muito ser bem sucedida profissionalmente”.

“No próximo ano quero que os que me são próximos gozem de boa saúde”.

“No próximo ano é importante para mim gozar de boa saúde”.

“No próximo ano vou empenhar-me mais em ajudar as outras pessoas”.

“No próximo ano quero o meu objetivo principal é ser feliz”.

Percebem por que respondi ao questionário? Eu também percebi. Há uma razão para tudo. 

Agora digam-me, de tudo isto, o que é mais importante para vocês? 2019 está quaaaaaase aí.

Pensem durante o fim de semana.

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Os melhores.

É bonito quando são os jornalistas a reconhecer grandeza nos outros jornalistas. Tantas vezes isso devia ser feito e tão poucas acontece. O que importa agora é que para a revista TIME as personalidades do ano são jornalistas. Algumas deram a vida por isso, por não calarem, por acreditarem que por detrás de um sorriso nem sempre há um bom coração, por que ousaram provar isso. Pagaram caro mas não pode ser em vão. A todos os que denunciam, a todos os que não calam, a todos os que apontam o dedo e desconfiam da primeira versão que lhes contam, a todos os que questionam e voltam a questionar.

Dizem que o jornalista é curioso. Meus amigos, o jornalista é intuitivo e teimoso. Até arrepia.