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Os dias não se repetem. E é pena.

Não podemos nada contra o tempo perdido, o dia passado, o que já foi. Há dias, todos os dias, que não se repetem e há pena nisso, há magoa pelo bom que não será mais, há tristeza pelo mau que nos tirou em cada minuto, 60 segundos de felicidade.

Encontramos as nossas pessoas e, passados tantos anos, elas são as mesmas, não mudaram. Elas são e nós somos o que deixamos há 15 anos. E isso nunca terá preço.

Os dias têm sido bons. O sol tem sido generoso como que a recompensar por tudo o que passou. A preparar para o que aí vem, que é tanto, e faz encolher o corpo todo. Ao mesmo tempo obriga a encher o diafragma, a levantar a cabeça, sorrir e agradecer… Ainda que a saga não tenha terminado. Sem medos, sem energias negativas. Até porque o cantar dos passarinhos e das cigarras não deixa espaço para isso.

Deus dá as maiores batalhas aos seus melhores soldados. Em frente! Siga!