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Ele e os outros.

Por que era Mandela tão precioso, tão indispensável, tão incisivo e tão capaz? Provavelmente por que não o queria ser… por que era-o, apenas.

Tinha a palavra, o discernimento, a lucidez, a resiliência e a ponderação de quem esteve quase 30 anos num rectângulo de poucos metros quadrado. Inocente. Ele sabia que o poder não se conquista, já, com o recurso ao conflito, à guerra, à acção bélica. Sabia que as pessoas só precisam de pessoas. Ele sabia que o exemplo e a acção é que fazem toda a diferença.

Em todos os dias da nossa vida. Afinal, alguns heróis podem ser reais.