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Falhem, por favor.

“Ever tried. Ever failed. No matter. Try Again. Fail again. Fail better.” – Samuel Beckett

Quantas pessoas de sucesso conhecem? Dessas, quantas falharam antes de conseguir alguma coisa? Imensas, aposto. Dados do U.S. Commerce Department, Small Business Administration mostram que 40% dos negócios falham por excesso de optimismo na previsão das perdas, cerca de 20% por falta de competitividade do produto ou serviço e 12% por custos excessivos na fase de arranque e no seu ciclo de vida e 8% por falta de controlo dos objetivos e da cobrança de rendimentos. O mundo moderno  está cheio de pessoas que somam insucessos, antes da glória. Felizmente. De resto, os negócios modernos são muito caracterizados por isso, também. Ontem ouvi dois antigos pugilistas, na Web Summit, que falavam exactamente disso. Da capacidade de resistir perante o falhanço, um deles até perdeu o último combate da carreira de 21 anos. E depois, com imensa graça, lembrou o grande falhanço de Cristóvão Colombo: queria descobrir a a Índia e acabou por encontrar a América. Grande azar, não acham?

 

Essa característica, o falhar, marca também a história de um grupo de rapazes que conheci ontem. São donos de uma startup que é uma plataforma de software para empresas ligadas à veterinária. O Luís Pinto, o CEO, explicou-me que a ideia surgiu numa altura em que tinha tempo e quis ajudar associações de animais. Desenvolveu um projecto e contou com a ajuda do Vítor Martins e perceberam que podiam fazer mais qualquer coisa… juntaram-se num verão e durante todo o mês de Agosto foram à procura de fragilidades desta área.

Desenvolveram um projecto, falhou.

Desenvolveram outro, voltou a falhar.

Desenvolveram o terceiro,  e aqui estão. O Luís disse que tinha definido, mentalmente, que este seria o último. A sorte (que dá tanto trabalho…) e a resiliência funcionaram.

A eles juntou-se também o Nuno Carvalho. Têm entre 26 e 31 anos. Por esta altura, em que vos escrevo, já devem ter um stand preparado em Barcelona, porque foram participar numa feira empresarial. Encontrei-os ontem porque me enviaram  uma mensagem através da app da Web Summit, que permite relacionar (ainda mais) os participantes. Eu não tenho animais de estimação mas achei que, pela atitude, valia a pena conhecê-los.

Não me arrependi.

 

Não quero acabar esta ‘ronda’ pelo dia de ontem sem vos dizer quem também ‘apareceu’ por lá. Steve Jobs, um dos fundadores da Apple. O grande mentor, inspirador de pessoas em todo o mundo, faz e fará sempre parte do futuro. Alguns autores consideram que a revolução tecnológica é ‘americanizada’. Jobs é, seguramente, um dos grandes responsáveis por isso.

Galeria

Outubro em imagens

Outubro foi um mês rico em imagens, nem sempre as melhores.

Fernando Medina vence as eleições autárquicas em Lisboa mas perde a maioria, numa noite de pesadelo para PSD e PCP.

O Primeiro Ministro presta explicações no Parlamento, depois dos incêndios no centro do país.

A GNR retira uma moradora de uma das aldeias cercadas pelas chamas. Este é, para mim, dos exemplos mais reais de desespero, coragem e força, tudo junto numa só imagem.

O Presidente da República conforta quem perdeu a família e tudo o resto, nos incêndios.

Obituário das vítimas da tragédia de 15 de outubro, no centro do país.

Depois das tragédias em Pedrogão Grande (Junho) e no centro do país (Outubro) as reuniões entre Primeiro Ministro e Presidente da  República deixaram de ser tão descontraídas. As trocas de acusações protagonizadas por fontes do executivo dominaram a imprensa, depois dos avisos e ultimatos no discurso de Marcelo Rebelo de Sousa.

Os Estados Unidos da América abandonam a UNESCO, a agência das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura..

Nasceu o ‘Deve ser de mim’. Não poderia deixar de assinalar esta data.

 

Que Novembro seja rico em (boas) notícias.

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A felicidade é…

Em 1992, Einstein estava no Hotel Imperial de Tóquio e deixou uma gorjeta a uma mensageiro. Um papel que escreveu e onde deixou esta mensagem:

(Fonte: cnet.com)

“UMA VIDA SIMPLES E SILENCIOSA TRAZ MAIS ALEGRIA DO QUE A BUSCA DO SUCESSO NUM DESASSOSSEGO CONSTANTE”

Quase um século depois, esse manuscrito foi leiloado por mais de um milhão e cem mil euros. O valor ultrapassou em 200 vezes as expectativas que eram de 5 mil euros.

Isto mostra que a felicidade tem um preço incalculável… não é? Também acho.

Esta ‘teoria’ de Einstein até pode nem parecer tão importante quanto a da Relatividade…

(Fonte: cnn.com)

… mas acredito que já pôs por aí muita gente a pensar. A mim não, não mais do que pensava antes. Tenho para mim que as coisas mais importantes da vida (e da felicidade, por conseguinte) são as mais básicas: um abraço, um olhar, um carinho, um raio de sol, paz interior, silêncio (q.b.), tempo, dedicação, reciprocidade, um despertador que não toca, uma viagem não programada, um telefonema inesperado, um piquenique.

 

Nenhuma destas coisas tem de custar dinheiro. Se houver vontade, tudo se consegue. Sejam felizes.

 

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Dia Mundial da Alimentação

Na semana passada comemorou-se o Dia Mundial da Alimentação. Mais uma vez, a actualidade desviou as atenções das efemérides e acabamos por não prestar a devida atenção à data.

Numa altura em que não pára de crescer o número de pessoas obesas no Mundo e que devem mesmo ultrapassar o valor de pessoas sub-nutridas (de acordo com dados recentes da OMS), importa olhar de forma mais cuidada (sim, mais cuidada ainda!!) para a nossa alimentação e para o que estamos a fazer errado, ao ponto de colocar a nossa saúde em risco.

A Dra. Ana Rita Lopes é nutricionista e orienta-nos nestas questões.

  1. Que dieta está na moda?

Quando falamos em “dieta da moda” não podemos restringir-nos somente a uma, mas sim a várias. Hoje em dia, verifica-se uma excessiva preocupação com a imagem corporal e, por sua vez, uma crescente procura de dietas “milagrosas”. Assim sendo, a dieta vegetariana, macrobiótica, DASH, detox, paleo e a dieta mediterrânica, são alguns dos exemplos das “dietas da moda”.

Na dieta vegetariana não estão incluídos produtos de origem animal e existe um consumo aumentado de frutas, vegetais, leguminosas e frutos oleaginosos. Se esta dieta não for bem estruturada, aumenta o risco de carências nutricionais, como por exemplo, carência de ferro, zinco e vitamina B12.

Já na dieta macrobiótica, para além da inclusão de alimentos de origem vegetal, é permitida a ingestão de peixe, reduzindo, assim, a probabilidade de carência dos minerais referidos anteriormente.

A dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension) surgiu com o intuito de prevenir e/ou controlar a hipertensão arterial, reduzindo o consumo de açúcares, gorduras e sal e reforçando o consumo de alimentos ricos em potássio (por exemplo leguminosas, cereais integrais, entre outros).

A dieta detox consiste na ingestão de batidos detox, isto é, batidos constituídos apenas por legumes e frutos. Contudo, estes batidos nunca devem ser consumidos em substituição das refeições, mas sim aliados a estas, uma vez que não são suficientes para suprir as nossas necessidades nutricionais diárias de proteína, hidratos de carbono e gordura.

Na dieta paleo, excluem-se os lácteos, os cereais e derivados e os produtos processados, incluindo apenas alimentos provenientes da natureza, como os frutos, legumes, leguminosas, carne e pescado. Esta é uma dieta com uma grande restrição de hidratos de carbono.

Por fim, a dieta mediterrânica privilegia o consumo de alimentos de diversos grupos alimentares, dando especial atenção às proporções recomendadas.

O meu receio, com a existência de todas estas “correntes”, é a desinformação, isto é, o excesso de informação sobre alimentação, gera desinformação. Existe um profundo desconhecimento acerca dos riscos associados à exclusão de determinados alimentos ou grupos de alimentos.

  1. Qual a mais eficaz?

Uma vez que a dieta mediterrânica assenta nos princípios de um estilo de vida saudável, que concilia a prática de atividade física e o consumo de alimentos da época, pode ser considerada como o padrão alimentar mais saudável e sustentável no mundo.

Esta dieta privilegia a ingestão de produtos locais e da época, alimentos de origem vegetal – cereais pouco refinados, fruta, leguminosas secas e frescas, frutos secos e oleaginosos, bem como o consumo baixo a moderado de lácteos e derivados. Recomenda, ainda, o consumo frequente de pescado e reduzido de carnes vermelhas e a utilização de azeite como gordura de adição, tanto para confeção como para tempero.

A ingestão hídrica deve ser frequente ao longo do dia, em detrimento do vinho, que deve ser consumido com moderação.

Além disso, as confeções utilizadas nesta dieta são confeções simples e as proporções de cada grupo alimentar são respeitadas.

Segundo a Direção Geral de Saúde, a dieta mediterrânica é “considerada a par da prática de atividade física regular, provavelmente, a melhor forma conhecida de ter mais anos com saúde, sem esquecer o prazer da mesa e o bem-estar que dela decorre”. Contudo, tudo pode e deve ser adaptado, o Nutricionista é o profissional habilitado para tal.

  1. Que erro nunca devemos cometer numa dieta?

Um dos grandes erros cometidos durante uma dieta é a restrição de alimentos, que nos fornecem nutrientes essenciais face às nossas necessidades diárias. Exemplo disso são, por exemplo, dietas com uma grande restrição de hidratos de carbono. Os hidratos de carbono são a principal fonte de energia do nosso organismo, imprescindível para a realização das atividades diárias.

Fazer uma dieta não é sinónimo de deixar de comer. Deve ser sim, sinónimo de uma alimentação diversificada, completa e equilibrada, com bom valor nutricional. Indubitavelmente, é importante consumir alimentos de todos os grupos da Roda dos Alimentos – os cereais/tubérculos, as gorduras, os legumes e as frutas, as leguminosas, os lácteos e a carne/pescado/ovos.

Fazer uma dieta também não é sinónimo de realizar menos refeições por dia. Antes pelo contrário, devemos fracioná-las, evitando estar mais de três horas sem nos alimentarmos durante o dia e no máximo oito horas durante a noite.

Numa dieta, ou melhor dizendo, processo de reeducação alimentar, devemos, além de realizar várias refeições ao dia, beber água, mastigar devagar e realizar as refeições num ambiente calmo. Também é crucial ler atentamente os rótulos dos produtos alimentares: quanto maior for a lista de ingredientes, mais processado é o alimento – devemos optar pelos alimentos menos processados, com listas de ingredientes mais curtas! Nesta lista, os ingredientes vêm organizados por ordem decrescente, isto é, o primeiro ingrediente é o que se encontra em maior quantidade no alimento. Assim, evite produtos alimentares cujos primeiros ingredientes sejam açúcar ou gordura, pois serão principalmente compostos por estes.

Se tiver dúvidas, peça ajuda a um Nutricionista! Assistimos hoje a uma profunda todologia, isto é, existem pessoas que pensam que sabem tudo  e que dão conselhos nutricionais sem estarem habilitados para tal.

  1. Qual o alimento que devemos consumir diariamente?

Não existe propriamente e em concreto, um “alimento que devemos consumir diariamente”, mas existem sim “grupos alimentares que devemos consumir diariamente”. Uma alimentação saudável é uma alimentação completa (que inclua alimentos de todos os grupos), variada (é importante variar os alimentos dentro de cada grupo ao longo do dia) e equilibrada (as porções diárias recomendadas devem ser respeitadas).

Segundo a Roda dos Alimentos, devemos consumir: 3-5 porções de fruta; 3-5 porções de hortícolas; 4-11 porções de cereais e derivados; 1-2 porções de leguminosas; 1,5-4,5 porções de carne, pescado e ovos; 2-3 porções de lácteos e 1-3 porções de gorduras e óleos. No centro da roda, está presente a água, que devemos consumir ao longo do dia.

As frutas fornecem-nos vitaminas, minerais, hidratos de carbono simples – frutose – fibras e antioxidantes. As hortícolas são excelentes fontes de vitaminas, minerais, água e fibra solúveis.

Os cereais e derivados garantem o aporte de hidratos de carbono complexos, que são a nossa principal fonte de energia. São também fontes de minerais, como o selénio, o potássio e o magnésio e de vitaminas (vitamina B1, B2, B3, B6 e C).

O grupo das leguminosas fornece-nos hidratos de carbono, proteína de origem vegetal, fibra, vitaminas do complexo B e potássio.

A carne, o pescado e os ovos têm na sua constituição proteínas de alto valor biológico e gordura. Devemos evitar as carnes vermelhas, por serem ricas em gordura saturada, e privilegiar o consumo dos peixes gordos, que pelo seu teor em gorduras insaturadas e ácidos gordos ómega-3.

Os lácteos fornecem-nos proteínas de alto valor biológico, fósforo, magnésio, zinco, cálcio, vitaminas do complexo B, vitamina D e vitamina A.

Em menor quantidade, devemos consumir gorduras e óleos, que são fontes de lípidos, colesterol e vitaminas lipossolúveis.

E por fim, a água auxilia no transporte dos nutrientes para as células e na eliminação de substâncias tóxicas, sendo também importante na regulação da temperatura corporal.

Concluindo, devemos incluir no nosso quotidiano, alimentos de todos os grupos, nas porções recomendadas e ir variando entre os diferentes alimentos que compõem cada grupo. Com isto não queremos dizer que alimentos menos saudáveis como doces, gelados, entre outros, não possam fazer parte de uma alimentação saudável, desde que o seu consumo seja moderado, isto é, constituindo a exceção e não a regra. Nada de fundamentalismos! Os fundamentalismos geram obsessão e uma profunda desilusão quando não seguimos vincadamente o que consideramos certo… Não existem pessoas perfeitas, nem padrões alimentares perfeitos, pense nisto!

  1. “Devemos parar quando o nosso corpo…”

Devemos parar quando o nosso corpo nos mostra sinais, como fraqueza, cãibras, fadiga ou dificuldades de concentração. Por exemplo, dietas restritas em hidratos de carbono podem levar ao aparecimento destes sintomas. Apesar de muitos indivíduos decidirem perder peso e abdicarem do consumo de hidratos de carbono, é de salientar que estes são essenciais ao nosso organismo e precisamos deles para obter a energia necessária para a realização das atividades diárias, ainda que o objetivo seja a perda ponderal.

É importante conhecermos o nosso corpo e sabermos “ouvi-lo”.

 

 

Pensei em editar as respostas da Dra. Ana Rita, algumas são bastante longas. Mas depois decidi que não o devia fazer, o tema interessa a todos e as respostas podem (e devem) ser consultadas várias vezes.

A Dra. Ana Rita é presença assídua no Diário da Manhã para falar de nutrição. Aos 30 anos é a Coordenadora da Unidade de Dietética e Nutrição dos Hospitais dos Lusíadas. Não é difícil perceber porquê: o seu empenho, dedicação, profundo conhecimento e imenso sentido de missão permitiram essa ascensão rápida. A Dra. Ana Rita não é fundamentalista da alimentação e eu aprecio mesmo muito isso. Educa sem impôr, explica sem tentar convencer, partilha informação sem querer fazer-se valer. É rara.

Com a Ana Rita (deixemos o título para trás) consegui o que raramente permito aos convidados: estabelecemos uma relação de grande amizade e confiança e, não raras vezes, dizemos ‘bom dia’ uma à outra. Hoje, por acaso, foi um desses dias. Qualquer que seja a hora ou o momento, a Ana Rita tem sempre este sorriso envolvente que nos faz sentir em casa. Lembro-me que das primeiras vezes que foi ao programa levou um cesto de fruta da época (por acaso acho que estavamos no Outono) e foi uma delícia. Há lá melhor que coisa do que fazer o que se gosta e, ainda por cima, ter imensa sorte de receber na nossa casa pessoas assim? Tenho a certeza que não.

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A Teresa e o 9C

O lugar da Teresa era o mesmo que o meu. Quando cheguei ela já estava sentada e, rapidamente, se mudou e chegou à janela. O rosto pareceu-me familiar mas a verdade é que nunca a tinha visto.

Ela dormiu quase toda a viagem para o Funchal. Acho que eu também… travámos conversa apenas na altura da refeição, uma sandwich de ovo e um pastel de nata. Precisavam ver a cara dela quando devolvi o bolo e retirei o ovo do pão: ‘é vegan?!’, perguntou muito chocada. ‘Não’, respondi, ‘sou intolerante’.

Depois dela ter achado aquilo a coisa mais estranha da vida (confesso que eu também, toda a vida comi ovos) lá me contou que os pais viviam no continente mas a mãe era madeirense, que estudava no Colégio Moderno e tocava violino. Vinha passar férias ao Funchal e principalmente, a Porto Santo. Ah, e tinha estado fora de casa até à meia noite, na véspera. Uma loucura para uma menina de 14 anos.

Pegámos no violino, saímos do avião e fomos recolher bagagem. Estavam uns miúdos franceses, muito excitados  com o momento (ponham muito nisso!). Deviam ter a idade dela mas a Teresa olhou para mim e, com toda a propriedade de uma menina crescida, disse “bolas, já reparou que as malas são mais educadas que as pessoas… ?”.

Naquele instante, eu agradeci que aquela miúda estivesse sentada no lugar que estava marcado para mim. (Será que estava mesmo…?)

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Bom diiiiia!!!!!

Não me canso de dizer bom dia, foi um vício que apanhei e que agora vou repetir aqui muiiiitas vezes!

Sejam bemvindos!

Deixem-me contar-vos a história do ‘nunca’.

É muito simples, conto-a em 2 linhas: a Patrícia que conhecem nunca quis trabalhar em televisão e, adivinhem… também nunca quis ser pivot. Mais, política e economia (Uuuui!!) eram dois dos grandes terrores da vida, logo, jamais pensar em estudar estas áreas.

Na vida apenas escolhi ser jornalista. Sinceramente, acho que é por isso que tenho sido tão feliz.

E agora… Escolhi este blog. Viver é partilhar. Por isso, aqui vou partilhar. Ser jornalista é privilegiar o momento, estar atenta à realidade, ouvir, cheirar, provar do que somos feitos, afinal. É sentir que se é a pessoa certa, no sítio certo, à hora certa.

E contar a história, sem a guardar, para que seja sempre relembrada.

Mas o jornalismo, tal como a vida, tem pessoas dentro porque são as pessoas que valem a pena, sempre. Aquelas com que nos cruzamos, ou aquelas que escolhemos ter ao nosso lado, e ainda as outras que a vida nos dá. Porque nada, rigorosamente nada, acontece por acaso.

Espero que se divirtam, eu vou fazer por
isso! Obrigada e… Vemo-nos por aqui!