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Em directo

E quando uma lâmpada se estraga… há que trocar. Sem atrasos, sem demoras até por que há um programa no ar. Foi assim hoje, é assim tantas vezes e, também, repetidas durante um programa. Esta não estoirou, não fez muito barulho, vá lá. Tivemos sorte.

Equipa pronta, atenta para ver onde se apagou a luz… faz toda a diferença. Sim, eu faço muita coisa durante o programa… mas eles fazem bem mais que eu! Eu fico cá em baixo, fixamente a olhar, a rezar para que a escada não escorregue e não aconteça nada. Esta estava acessível mas outras ficam (bem) mais altas. Um sufoco!!!

Bem… amanhã há mais! E haverá, concerteza, outra lâmpada para substituir.

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Olhar para o lado

O mal não é olhar para o lado. O mal é olhar para o lado e não ver o que a vida oferece.

É fazer vista grossa a qualquer coisa que é tão óbvia.

Às vezes, olhar para o lado é apenas Deus a obrigar-nos a ‘usar óculos’, a fazer ver aquilo que já tínhamos sentido, que as campainhas interiores já tinham detectado mas que nós, sabiamente, desligámos.

Que assim seja.

 

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Afinal… o que é que o Google fez por nós?

Partilho convosco um artigo de opinião de Yanis Varoufakis, um homem que é uma inspiração pelas lutas que trava, pela inteligência com que as conduz, pela mestria com que expõe as suas ideias e que nunca me vou cansar de estudar.

Vale muito a pena ler e pensar sobre isto. Afinal, o que é que o Google fez por nós? Podem ler o artigo abaixo ou aqui e descobrir outros assuntos igualmente interessantes.

What Has Google Ever Done for Us?

 

In using Big Tech’s services, we manufacture a portion of its capital in real time. Property rights over that portion – for all of us, rather than for any of us – should be the basis of a universal basic income.

ATHENS – Even Google’s fiercest critics use its technologies to research their fiery tirades against it or, more mundanely, to find their way around a foreign city. Let’s be honest: life without Google would be awfully more tedious in a variety of important ways. But that is not a good reason to leave Google and the other tech giants alone. On the contrary, the nature and importance of their contribution make it imperative that they be placed under democratic control – and not just because of the well appreciated need to protect individual privacy.

In recent years, Big Tech companies have been subjected to scrutiny for perfecting a dark art pioneered by commercial newspapers, radio, and television: attracting and holding our attention, in order to sell access to our senses to paying advertisers. Whereas readers, listeners, and viewers were customers paying for some commodity, commercial electronic media learned how to profit by transacting directly with vendors while reducing us, and our data, to a passive commodity at the heart of the transaction.

Google, Facebook, and others were able to take this odd production process, where our attention is the traded commodity, to a different level, thanks to their stupendous capacity to personalize our screens. Unlike their forebears, they can capture the attention of each one of us with person-specific (or even mood-specific) attractors, before selling to the highest bidder access both to our data and to our senses.

Underlying the backlash against Big Tech has been the sense that we are all becoming proletarianized users. In the 1970s and 1980s, we were annoyed when commercial channels ambushed us with advertisements seconds before the end of a cliff-hanger movie or basketball match. Now, we can no longer even recognize the tricks used in real time to hold and sell our attention. Alienated from a market trading in us, we have become cogs in a production process that excludes us as anything but its product.

Data protection and privacy regulations are meant to return to us some of our lost autonomy regarding what we see, what guides our choices, and who knows what we choose. But  to protect our data and restore “consumer sovereignty” is not enough. Against a background of automation and labor casualization, these firms’ monopoly profits boost inequality, fuel discontent, undermine aggregate demand for goods and services, and further destabilize capitalism.

The problem is that traditional government interventions are an exercise in futility: Taxing free services is pointless. Taxing robots, to fund humans, is as impossible as it is to define them. And while taxing Big Tech’s profits is essential, these firms’ skilled accountants and abundant opportunities to shift profits to different jurisdictions makes this difficult.

A simple solution exists, if we look beyond taxation. But it requires accepting that capital is no longer privately produced, as least not in the case of Google et al.

When James Watt built one of his famed steam engines, it was his creation, his product. A buyer who put the engine to work in, say, a textile factory could think of his profit stream as a just reward for having taken the risk of purchasing the machine and for the innovation of coupling it to a spinning jenny or a mechanical loom.

By contrast, Google cannot credibly argue that the capital generating its profit stream was produced entirely privately. Every time you use Google’s search engine to look up a phrase, concept, or product, or visit a place via Google Maps, you enrich Google’s capital. While the servers and software design, for example, have been produced capitalistically, a large part of Google’s capital is produced by almost everyone. Every user, in principle, has a legitimate claim to being a de facto shareholder.

Of course, while a substantial part of Big Tech’s capital is produced by the public, there is no sensible way to compute personal contributions, which makes it impossible to calculate what our individual shares ought to be. But this impossibility can be turned into a virtue, by creating a public trust fund to which companies like Google transfer a percentage – say, 10% – of their shares. Suddenly, every child has a trust fund, with the accumulating dividends providing a universal basic income (UBI) that grows in proportion to automation and in a manner that limits inequality and stabilizes the macro-economy.

This attractive solution must overcome two obstacles. First, we tend to think of taxation as a panacea. But a UBI funded via taxation is sure to trigger a backlash among struggling working people who cannot see the logic of subsidizing the idle, rich or poor. Second, corporate shares are typically given to employees only.

To be sure, there are excellent reasons for taxing profits in order to fund benefits for the poor, and for worker-ownership schemes. But these are separate issues from the one at hand: how to stabilize society by granting property rights over Google’s capital to everyone who helped create it, including unwaged carers, the precariously employed, and society’s dropouts.

And then, as one would expect, there is the motivated fallacy peddled by the defenders of the status quo. The Financial Times’ Alphaville column recently dismissed the case for transferring a block of shares from Big Tech corporations, like Google, to a public trust fund by misrepresenting the underlying argument as a failure to appreciate what Google has done for us. To repudiate society’s property rights over the returns to capital that we, as users, have created, Big Tech’s defenders invoke users’ large consumer surplus (the sum we would be prepared to pay for access to free services such as Gmail and Google Maps).

This is a little like justifying the confiscation of your shares in a company with the argument that the company is providing valuable services to you and others. In using Big Tech’s services, we manufacture a portion of its capital in real time. Property rights over that portion – for all of us, rather than for any of us – must follow.

 

 

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1 ano

Passou um ano.

Em 13 de Outubro de 2017 eu andava numa roda viva, a circular a mais de 100km/hora, bem mais do que os ventos que chegam com um furacão de que ninguém sabe o género. Há um ano estava tudo baralhado mas tudo fazia muito sentido. Eu sabia que queria comunicar mais, escrever mais, falar de mais assuntos que não conseguia durante o programa, partilhar ensinamentos que vou acumulando ao longo dos dias, histórias das pessoas que se cruzam comigo todos os dias.

Na verdade, aqui, foi possível acompanhar quase tudo da minha vida: as vitórias, as chatices, o 4.0, a malandra da HP, as aventuras matinais, os estados de alma. Nem eu imaginava que iria partilhar tanta coisa.

Houve dias cheios de trabalho, dias cheios de afazeres mas no meio de tanta coisa… eu consegui (quase) sempre parar por cá. O balanço é positivo. Não estou onde estava há um ano, cresci, aprendi e ganhei amigos. Não fosse por mais nada, só isso já me deixa com ‘um brilhozinho nos olhos’.

Foi há um ano que comecei a dizer-vos que #pessoasprecisamdepessoas. Não podia estar mais certa. De todas as histórias que encontrei, de todos os ensinamentos que recebi, essa é sempre a maior certeza: Ninguém vive sozinho, ninguém pode nada quando a vida já deu a volta e pôs tudo no sítio, que vale sempre sempre a pena lutar pelo amor, qualquer que seja a sua forma, e que haverá sempre alguém ao nosso lado, a dar-nos a mão e a dizer “vai em frente, estou aqui!”. E há coisas… impagáveis.

Sou um sortuda. Pelas histórias que vivo, pelas histórias que encontro, por aquelas que partilham comigo. Não podia estar mais feliz nem mais grata.

Para o próximo ano prometo trabalho, dedicação, entrega, paixão. Como até aqui. O futuro ninguém sabe. Importa o hoje, o agora. E agora… fazemos 1 ano! OBRIGADA! Obrigada a quem nunca me largou a mão, obrigada a quem me obrigou a acreditar e se elevou, comigo.

Como prometido… partilho alguns testemunhos que recebi, um balanço vosso, também, deste nosso projecto.

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Olá Patricia!

Espero-te bem!
Certo que demos um passo importante.
Em anexo envio um print de uma das notas publicadas no meu perfil do Facebook que explica o que mudou. Na altura, escrever, fazer música, era uma maneira de manter a cabeça ocupada, mas nos dias de hoje, sigo o teu blog com o mesmo intuito, é uma forma de me sentir mais próximo, de sentir o calor humano e de ir conhecendo aos poucos a pessoa que, acho que sem se dar conta, me tem devolvido cor á minha vida.
Existem pessoas que lêem revistas, outras jornais, outras livros, eu leio o teu blog. Acho que é um pouco de ti o que ali vou lendo…
A estratégia é muito simples, sair daquele ‘marasmo’  onde a vida me colocou, não se trata de uma fuga de um lugar que é uma porta para o mundo dos vícios, ou de um outro lugar de distribuição de ‘falsos sonhos em pó’, embora esteja a falar do mesmo lugar, é sim, uma forma de continuar a viver…
Qual é a melhor estratégia de manter um funcionário a baixo custo sem ter de fazer actualizações ao vencimento?????
Quando comecei a aperceber-me do lugar onde tinha ido parar, quando constatei o ‘racismo disfarçado de falso racismo’ , quando vi o esquema de “verdadeiros”  comunistas, quando vi que era tudo ao contrário daquilo que eu pensava, quando pensei que não era aquilo que queria para o meu futuro, nem para o meu filho, e deixei de fazer ‘favores’  e consegui voltar, aos poucos, ter força para dizer que não, eis que me deparo com, como escrevi numa outra nota no meu perfil do Facebook, os ‘predadores urbanos’ revelam-se.
Então, desse dia em diante, fez-se luz… ; mas, estava sozinho sem saber mais em quem confiar, porque os ‘predadores urbanos’ utilizam um continente africano de forma a receber a ‘matéria’ para mais tarde dar entrada num lugar, como se fosse um armazém de distribuição de produtos alimentares disfarçado de hotel, onde estafetas, disfarçados de clientes a quererem descansar, levam a ‘matéria’ a tudo o país!
Pois, que posso fazer? Como sair do pântano sem que o crocodilo me dê mais dentadas? Como voltar a ganhar credibilidade? Para onde vou? Quando isto acaba? E, mais importante, o meu filho, como o afasto de um lugar assim?
Até que numa manhã, a luz veio de encontro à mim enquanto fumava um cigarro, vou ver as notícias para desanuviar, e, tal era a vontade de falar com alguém de um nível superior, porquê?? Porque assim já não corria o risco de que essa pessoa fosse comprada, demos assim início a uma nova forma de falar, comunicar com alguém, e consegui, a Patricia ouviu-me…..
Hoje o blogue deve ser de mim, é um Oasis  no meio do deserto, é onde descanso, onde recupero a energia, é onde vou camuflando o turbilhão de emoções e… Sim, tudo aquilo que me torna humano, porque, na verdade, não era para acontecer, mas aconteceu, esse ‘calor humano’  invadiu-me… Obrigado!!!
Vida longa ao blogue Deve ser de mim.
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Olá Patrícia,
O teu blogue só pode ser mesmo teu, porque tem muitas características tuas.
Leio todos os teus textos e, todos os dias, vou ao blogue, para saber as novidades, leia-se, encontrar um novo texto teu.
O teu blogue é diversificado, é despretensioso, é seriamente trabalhado e tu escreves bem. Concisa q.b., mas sempre estruturada.
Comunicas-te no teu blogue, com verdade, mesmo que com os necessários limites, mas essa é uma característica tua: o equilíbrio.
Como leitora, o que desejo é que o teu blogue continue, que evolua e que tu não percas a tua forma de ser, cheia de verdade.
Beijinhos e muito sucesso,
Teresa
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Olá Patrícia.
Parabéns pelo primeiro aniversário do seu blog “Deve Ser de Mim”. Acompanho-o desde o início, desde o primeiro momento em que tive conhecimento pelos média que a Patrícia iria lançar um blog para expressar a sua opinião pessoal sobre os mais variados assuntos.
Fiquei entusiasmadíssimo logo desde o início. E é um entusiasmo que se mantém. Sabe que eu gosto muito de si, desde há vários anos, desde que a vejo no “Diário da Manhã”, e assim para além de a ver todas as manhãs na TVI, onde a vejo e ouço, mas apenas posso assistir a uma apresentação totalmente impessoal das notícias da atualidade; Neste blog, apesar de não a poder ver nem ouvir, evidencia-se uma opinião mais pessoal sobre os mais relevantes assuntos. E muitas vezes conta histórias muito pessoais sobre si própria, que é o que eu mais aprecio acima de tudo.
Espero que continue em ambas as frentes, que eu prometo continuar a segui-la, aqui no meu cantinho, algures em Tondela.
Beijinhos.
Bruno Matos
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Ajudou-me a descodificar hoje o que amanhã não saberei.
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Rebenta a bolha!

Desculpem mas… permitam-me: está tudo louco?

De vez em quando os meus olhos param em alguns anúncios de imobiliário ou recebo alguma newsletter e nem quero acreditar.

Eu até sou capaz de perceber o preço de algumas casas, para arrendar e comprar: o objectivo é selecionar inquilinos e compradores, distinguir pessoas e lugares. Não me choca, na verdade, sempre foi assim. Mas… em alguns lugares, não todos os lugares. Caríssimos, não esperem que alguém nas Olaias queira pagar um T1 por 900 euros. Ou possa dar 1 700 euros por um T2.

Os novos modelos de negócio (Air BnB) fizeram disparar os valores de forma assustadora por que um senhorio prefere ter a casa alugada a turistas que até podem partir tudo mas em 2 ou 3 dias pagam o valor de um mês. Depois? Partiram mas há dinheiro para arranjar. Venha de lá mais um grupo. Nada contra, atenção, mas estes preços não podem servir para definir rendas mensais que as pessoas simplesmente não podem pagar! De que vive uma família que recebe o salário mínimo (cada vez mais comum) e que tem filhos para alimentar? Nem todos os locais servem para este arrendamento de curta duração, apenas os que são servidos de boas redes de transportes e comunicações, aqueles que são mais centrais que outros.

Por outro lado… o problema é que há sempre alguém que paga, há sempre alguém que reclama mas que oferece mais. Até pode achar que o investimento não é vantajoso mas, vamos lá saber porquê, paga. E paga bem.

Acho que está na hora de parar e pensar. Não espero que o faça quem aluga. Mas quem legisla já devia ter percebido que é preciso fazer alguma coisa. Depressa. Ou ainda acabamos todos a dormir na rua.

E não, não vale a pena dizer ‘É a economia, estúpida!”. É muito, muito para além disso.

Entretanto, encontrei estes dois anúncios. Tão parecidos, tão ridículos. De um requinte… Uma sorte, só vos digo. Uma sorte para quem quiser dar mais de 200 mil euros por 40 metros quadrados no centro histórico de Lisboa. Sim e há quem esteja disposto a fazer o mesmo, para acordar com o mar. Bolas, por este valor até caipirinhas devia ter, uma pulseira dourada e um empregado a fazer massagens, a todas as horas.

Ahhhh. Portugal no seu melhor.

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A verdade. De verdade.

“Querida Patrícia, permita que a trate assim, vejo-a todos os dias… já é praticamente da família”. “Cara Patrícia, como é que consegue acordar tão cedo e estar sempre com um sorriso, para nos acordar a nós, cá deste lado? Obrigada!”. “Olá, Patrícia. Parabéns, pelo seu talento. Se me aceitar como amiga no Facebook, fico muito grata”. “Boa tarde, Dra. Patrícia. Como está? Bons olhos a vejam, andou fugida dos nossos ecrãs”. “Olá, está com gripe? Chá de gengibre e limão. Faz milagres”. “Olá, Patrícia, espero que esteja melhor na sua luta contra a bactéria. Faz-nos muita falta de manhã mas queremos que volte boa! Força”.

Todos os dias recebo mensagens como estas. Sim, são reais. Sim, são escritas por pessoas.

De manhã sou, tantas vezes, a única companhia que milhares de espectadores têm. Tenho essa consciência. Nos sítios mais recônditos, onde às vezes só chega mesmo a luz do sol, e a quem nunca ouve outra voz durante o dia, além da minha.

Somos a família, aquela cara de que se gosta tanto, aquela pessoa que está ali, todos os dias, àquela hora. É por isso que um sorriso me custa pouco.

Sei que, do outro lado, alguém está a sorrir de volta para mim. Pode ser em Viseu, em Portalegre, em Lagos, Leiria ou Lisboa, África do Sul, França, Canadá.

Um sorriso é o que temos de mais especial e é o que custa menos a oferecer a alguém. E se há altura do dia em que escasseia… é de manhã! Para quê poupar? Confesso… quando cheguei a este horário eu não sabia isto. Acordava tantas vezes mal-humorada. Percebi que não fazia sentido. Se estávamos vivos e nos tínhamos uns aos outros para quê reclamar?

E confesso outra coisa: é muito bom sentir o carinho do público. Afinal… para quem trabalhamos nós? É bom saber que alguém está a ver, nem que seja porque acha mal qualquer notícia, comentador ou outra coisa que dissemos ou fizemos (sim, também recebo mensagens menos bonitas!). São 3h30 em direto, todos os dias. A perfeição não existe, mas o esforço sim, a dedicação, a entrega.

Perguntam, com frequência, o que mais gosto que digam de mim e do meu trabalho: gosto que digam que percebem tudo o que eu digo, que me entendem. É esse o meu objectivo, ser eficaz, fazer a diferença, chegar ao outro lado, a quem me vê. Comunicar é isso, é ter consciência que se é o veículo da mensagem e que podemos ir de bicicleta, de moto… mas eu gosto de altas velocidades!

Eu sou feliz a trabalhar, acho que isso se nota, mas se não houver um propósito, um sentido, um objectivo… não tem lógica. O retorno, o feedback do público é o que faz a diferença.

Qual é o segredo? Ter a certeza de que se está no sítio certo. À hora certa. 6h30, bom dia! Seja bem-vindo ao “Diário da Manhã”.

O meu artigo de opinião para lerem aqui.