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Leiam, pela vossa saúde.

 

Os últimos livros têm sido de política e tecnologia, inevitavelmente. Mas recebi este no Natal e deixei-o a ‘marinar’ para uma altura mais calma. Aconteceu na semana passada, quando fui obrigada a parar para recuperar de um acidente de viação (culpa do Gabriel) que resultou em alguns ferimentos. Já passou, está tudo bem. Achei que era a altura certa para a Michelle entrar nos meus dias, de forma mais pessoal. Demorei 3 dias a devorar completamente esta história… e a rever-me em tantas coisas. Não tenho um marido presidente, não tenho filhos, saí cedo de casa dos meus pais mas venho do trabalho, do esforço, da dedicação, tal como ela. A vida é bem diferente nos Estados  Unidos e, especialmente, naquele tempo- Michelle ingressou no 2o curso da faculdade quando eu nasci. Não pensem que a parte mais interessante é desde que chega à Casa Branca, com o marido, Barack Obama, por que não é!

Há coisas que nunca vou conseguir avaliar convenientemente por que a vida é mesmo assim, não há histórias iguais. Mas há histórias que vale a pena conhecer. Esta é uma história de amor: pela vida, pela família, pela comunidade… pelas pessoas. E isso… é tudo. Fica a sugestão para o vosso domingo.

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Imagens que falam #1

Esta é, para mim, a imagem de Janeiro, esse mês que teve 365 dias e teimava em não acabar.

Esta imagem de um buraco onde caiu uma criança de 2 anos e que nos levou à incredulidade. O Mundo ficou em suspenso até perceber o que acontecera a este menino. A pergunta “como foi possível?” veio acompanha do desespero daqueles pais que apenas conseguiram dizer “… outra vez não…”.

O Mundo é um ligar estranho. E pode ser de um sofrimento inexplicavelmente atroz.

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China na Lua.

Os chineses chegaram ao lado mais oculto da Lua. A Chang’4 alunou às 3 horas e 26 da madrugada, hora de Lisboa. A sonda foi lançada no sábado do Centro Espacial de Xichang, no sul da China. O objectivo é testar o crescimento de plantas e captar sinais de radiofrequência, normalmente bloqueados pela atmosfera da Terra.

Já foram enviadas imagens e estão aqui.

Até agora, ninguém o tinha conseguido fazer nesta superfície não visível e até 2013 só os Estados Unidos e a União Soviética tinham conseguido aterrar sondas espaciais. Uma proeza impressionante, separada apenas por 6 anos e que prova a ambição crescente dos chineses, também, no espaço. Aposto as minhas fichas todinhas na China, como maior potência mundial… ainda têm dúvidas?!

 

 

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Feliz 2019!

Desejo-vos um ano cheio de alegria, cheio de amor, cheio de saúde e de coisas boas. Que saibam sempre onde está a paz, que a conheçam e que a reconheçam. Que saibam sempre onde está o certo, onde está o errado. Que pensem em vós mas que escolham fazer bem aos outros, que tenham compaixão e que a pratiquem em todos os dias  de 2019.

Eu… deixei cair uma passa. Outra vez.

Feliz Ano Novo!

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2018 termina em …5!

É a última contagem que se dá em televisão, os 5 segundos. A partir daí é prestar muita atenção por que qualquer coisa pode acontecer.

Assim são, também, os últimos dias do ano e fazemos a contagem decrescente. Parece que nada pode acontecer mas a verdade é que ainda faltam 5 dias; acontece o mesmo com os prolongamentos nos jogos de futebol… e por aí fora.

Dalai Lama encoraja-nos a, uma vez por ano, visitar um lugar novo, onde nunca tenhamos estado. 2018 deu-me muito disso: sítios novos, experiências fabulosas, pessoas que ficam para sempre na minha vida. Guimarães, Braga, Beirã, Marrocos.

Mas voltei a outros sítios tão queridos para mim: o Porto, Gaia (como não, Gaia…?), Marvão, Portalegre, Évora.

De todas, escolho esta fotografia, na cidade imperial de Fez, uma experiência sem igual e que toda a gente devia ter uma vez na vida. Uma selfie tão básica, tão sem graça mas tão oportuna, ao ponto de captar entusiasmo, serenidade, alegria, paz, gratidão.

Os nossos olhos são mensageiros fabulosos.

 

“Quem entra em Fez sozinho é um homem morto mas quem consegue sair pode considerar-se renascido”.

Nada mais certo. Renasci ali, também.