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Março, esse mês antagónico

Em imagens, Março foi um mês difícil. Nem sempre feliz. Realidades que vão permanecer por muito tempo, algumas, para sempre.

O Ciclone Idai varreu Moçambique, Zimbabwé e Malawi. Só em Moçambique morreram mais de 500 pessoas. Os números foram actualizados pouco antes do momento em que vos escrevo e de certeza que não ficam por aqui. Há milhares de pessoas em abrigos, mais de 500 casos de cólera e a malária já é uma realidade também. Uma catástrofe que  ninguém quer arriscar ver de perto mas que todos querem ajudar a resolver.

 

O João Vasconcelos. Já escrevi sobre ele e volto a fazê-lo. Ainda ninguém acredita muito que o João deixou esta vida. O exemplo, a garra, a motivação, tudo o que fez e as sementes que plantou obrigam-nos a continuar. A mostrar que tinha razão. A honrar a máxima “FEITO É MELHOR QUE PERFEITO”. No fundo, isto quer dizer tudo: não se prendam tanto nos detalhes, nas coisas pequenas: vão, façam, aconteçam. Vivam e valorizem sempre o que vos transmite sentimento.

 

 

Março também foi um mês para celebrar a vida, a minha. Por que tem de haver tempo para tudo: para chorar e para rir, para respirar e baixar a cabeça. E para seguir em frente. A vida segue. Que os 35 sejam tudo o que ainda não foi feito nesta (minha) vida. Mas que sejam, principalmente, o continuar da serenidade, da paz, da certeza, do desapego, do propósito, do foco. Por favor.