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2018 termina em …5!

É a última contagem que se dá em televisão, os 5 segundos. A partir daí é prestar muita atenção por que qualquer coisa pode acontecer.

Assim são, também, os últimos dias do ano e fazemos a contagem decrescente. Parece que nada pode acontecer mas a verdade é que ainda faltam 5 dias; acontece o mesmo com os prolongamentos nos jogos de futebol… e por aí fora.

Dalai Lama encoraja-nos a, uma vez por ano, visitar um lugar novo, onde nunca tenhamos estado. 2018 deu-me muito disso: sítios novos, experiências fabulosas, pessoas que ficam para sempre na minha vida. Guimarães, Braga, Beirã, Marrocos.

Mas voltei a outros sítios tão queridos para mim: o Porto, Gaia (como não, Gaia…?), Marvão, Portalegre, Évora.

De todas, escolho esta fotografia, na cidade imperial de Fez, uma experiência sem igual e que toda a gente devia ter uma vez na vida. Uma selfie tão básica, tão sem graça mas tão oportuna, ao ponto de captar entusiasmo, serenidade, alegria, paz, gratidão.

Os nossos olhos são mensageiros fabulosos.

 

“Quem entra em Fez sozinho é um homem morto mas quem consegue sair pode considerar-se renascido”.

Nada mais certo. Renasci ali, também.

 

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Best Team Leaders

Com o correr dos dias, a pressa e todas as coisas, uma falha imensa: não vos falei do ‘Best Team Leaders‘. Não vou deixar acabar o ano sem o fazer. A história que tenho para vos contar é simples. Como todas devem ser. Por que é a simplicidade que está na base de todas as coisas. Se é complicado, tem tudo para correr mal.

Gosto de pessoas que confiam nos outros por que, no fundo, também confiam nelas e nas suas escolhas. Isso inspira-me, comove-me e cativa-me. Tenho muita sorte de me cruzar com algumas que merecem tudo, não digo isso eu, mas sim quem com elas também convive. A minha opinião vale o que vale. É relativa. E… escolheram-me.

O ‘Best Team Leaders‘ é um evento que tem como objetivo distinguir os líderes que se destacam nas empresas, reconhecer as suas potencialidades e fragilidades e melhorá-las para que sejam, cada vez mais, de excelência. Até chegar ao momento da revelação, ouviram-se vozes destacadas e importantes como Daniel Smith, autor britânico de vários livros “Pensar como…”, Henrique Monteiro que reuniu alguns dos discursos mais inspiradores da Humanidade, desde Jesus Cristo até Martin Luther King, a Linda Pereira, Presidente da SpringUp Europe, Greg Sherwin, Senior Principal Engeneer da Farfetch que nos motivou com palavras importante sobre o desenvolvimento tecnológico e o papel que Portugal pode assumir em todo o processo.

Antes do evento, os ensaios para tudo correr sem precalços! Foi uma honra!

   

 

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Admiro…

Admiro quem fica. Quem não se deixa derrubar pela vida, por mais tombos que dê, por mais chapadas que leve, por mais vezes que caia ao chão. Admiro quem sofre de uma resiliência sem fim, quem confia todos os dias mais, quem se entrega à fé.

Mas admiro quem bate com a porta. Quem diz ‘já chega’ acompanhado de um ‘já não está a ser bom para mim, já não me faz bem’. Quem dá o salto para fora de pé, para o desconhecido, para algo que nunca viu, nunca cheirou, nem sabe ao que sabe. Quem diz ‘não quero mais’e termina com ‘não sei por onde vou mas não vou por aí’.

Hoje separei-me de uma pessoa dessas. Uma pessoa que decidiu.

(…)

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Fazer o bem, sempre.

No sábado conseguimos honrar o companheirismo, a ajuda e tudo aquilo que nos deve mover para ajudar as outras pessoas que não tiveram a mesma sorte que nós, nem as mesmas oportunidades e que, por isso, têm uma vida menos simpática que a nossa.

No sábado fui madrinha da São Silvestre Solidária do Campo de Instrução Militar de Santa Margarida. A organização conseguiu bater todos os recordes: mais de mil participantes e quase 6 toneladas de bens para as famílias carenciadas, do concelho de Constância. Ainda conseguimos ajudar a Beatriz, a ‘Pipoca’, que precisa tanto da ajuda de todos para recolher tampinhas de plástico que depois significam dinheiro para os seus tratamentos.

Eu volto sempre a casa mas não voltava ao Campo de Instrução Militar há uns 25 anos. Acho que voltei a ser a criança que lá aprendeu a nadar, que participava nas festa de Natal, no cinema, que era tão feliz, ali. Voltei a casa e foi tão bom. Ninguém percebeu mas emocionei-me muito.

Não podia estar mais orgulhosa desta tarde tão bem passada. Não tirei muitas fotografias, estive mais empenhada em viver!

 

 

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O que é a coragem?

Sim, o que é isso da coragem?

  • Olhar nos olhos
  • Dizer que sim
  • Dizer que não
  • Ficar
  • Partir
  • Aceitar
  • Estender a mão
  • Dar a outra face
  • Bater com a porta
  • Não ter medo de perder
  • Virar a mesa
  • Falar
  • Calar
  • Ir
  • Não ir
  • Ser honesto
  • Devolver uma chamada
  • Ignorar uma mensagem
  • Correr atrás de um sonho
  • Desistir de um sonho
  • Parar
  • Respirar
  • Seguir.

Deve ser de mim… mas a coragem pode ser tanta coisa. E tanta, também, ao mesmo tempo.

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Nova Comunicação

E pensam vocês: este grupo de pessoas não tem mais que fazer? Tem, bastante, acreditem. Mas acreditem também que os move algo maior: ensinar, partilhar, incentivar ao conhecimento, ao pensamento e à evolução. Por isso mesmo, propusemo-nos a esta pós-graduação em Nova Comunicação no ISLA de Santarém. As inscrições estão a decorrer e o ano começa a 11 de janeiro.

Faltam muitas pessoas nesta fotografia, faltam muitas disciplinas aqui. Estivemos lá de alma e coração a explicar tudo aquilo que pode acontecer. Tudo? Tudo não. Deixamos sempre espaço para o improviso… e para o destino.

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Questionar, questionar…

Detesto questionários. Raramente consigo chegar ao fim. Temos, definitivamente, um problema. Nem sequer aqueles questionários mais básicos que só têm 4 ou 5 perguntas. Começo a ver quadrados e escolhas múltiplas e os meus olhos querem revirar. É ridículo por que enquanto investigadora sei que são um dos métodos mais utilizados e fiáveis de avaliação e enquanto formadora eu sou avaliada com recurso a eles. Já devia ter este problema resolvido… mas não!

Acontece que eu, profunda conhecedora da minha mente inquieta, resolvi… responder a um questionário. Sei lá… achei que devia. E não desisti aquando do aviso ‘Preencher este questionário demora cerca de 20 minutos’. Eu não podia estar bem. Não podia. Mas… fiz. Há um dia em que tudo acontece. Por alguma razão. Por que era por uma boa causa. E fiz. O tema ajudou, era sobre esperança e felicidade. E lá estive eu. 20 minutos.

Longe da inquietação, várias questões deixaram-me a pensar. Sob a forma de afirmações, era pedida uma classificação entre 1 (discordo totalmente) e 5 (concordo em absoluto).

“No próximo ano quero muito ser bem sucedida profissionalmente”.

“No próximo ano quero que os que me são próximos gozem de boa saúde”.

“No próximo ano é importante para mim gozar de boa saúde”.

“No próximo ano vou empenhar-me mais em ajudar as outras pessoas”.

“No próximo ano quero o meu objetivo principal é ser feliz”.

Percebem por que respondi ao questionário? Eu também percebi. Há uma razão para tudo. 

Agora digam-me, de tudo isto, o que é mais importante para vocês? 2019 está quaaaaaase aí.

Pensem durante o fim de semana.